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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

“Eu vou viver para pedir justiça porque a Polícia tem que nos dar uma resposta, e a escola também”, diz mãe da menina Beatriz

11 de Fevereiro de 2016
Os pais da menina Beatriz Angélica Mota, assassinada no último dia 10 de dezembro passado nas dependências do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, falaram pela primeira vez após o crime. Em entrevista à TV São Francisco, Lucia Mota, mãe da garota, cobra que o suspeito do crime seja identificado. “Eu vou viver para pedir justiça porque a polícia tem que nos dar uma resposta, e a escola também“, diz. “Ainda não conseguimos retomar [a rotina]. Está sendo muito difícil. De uma certa forma, para a gente, parou tudo no tempo. Para se ter uma ideia, não conseguimos retornar para a nossa casa“, contou. O pai da menina, Sandro Romilton Ferreira da Silva, ainda não conseguiu voltar ao trabalho, no colégio onde a filha foi morta. “Eu estou licenciado da escola para me organizar, mas eu não sei dizer quando terei condições de retornar à sala de aula”, afirmou. “Quando a gente perde um filho, a gente perde o nosso futuro, não tem expectativa do que vai fazer, de seguir adiante“, lamentou. “A gente apela para que as pessoas liguem para o Disque-Denúncia. Temos que pedir que a polícia e a escola nos dê uma resposta“, pede. A investigação segue sob sigilo policial. 

Manifestação
Hoje (11), Beatriz completaria 8 anos de idade. Para pedir justiça no caso, Lucia Mota convidou a população da região para mais um ato público cobrando respostas das autoridades de segurança pública para o caso. Essa será a quarta mobilização, desde o dia 28 dezembro. Emocionada, ela pede aos cidadãos das duas cidades que compareçam em peso logo mais, às 18h30, na Praça da Catedral, em frente ao Colégio Auxiliadora, no Centro de Petrolina, para também clamar por paz. 
Foto: Reprodução/TV São Francisco

Fonte: Blog do Carlos Britto

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