Petrocar Transportes

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terça-feira, 24 de novembro de 2015

Preço da gasolina em Petrolina está entre as mais caras de Pernambuco, diz ANP

24 de Novembro de 2015
Condutores de carros e motocicletas estão insatisfeitos com o reajuste na gasolina em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. De acordo com um levantamento da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizado entre os dias 08 e 14 de novembro, a média de preço na cidade é de R$3,85. Mas esse valor costuma variar entre os postos da cidade, sendo observada diferenças de até 30 centavos. O taxista Pedro Nobre gasta uma média de R$2 mil por mês com gasolina. Ele alega que no final, a conta mensal tem sido pesada. “Não tem condições de a gente manter a frota e também manter a família da gente. A gasolina hoje está em torno de R$4,19 em Petrolina. E acho isso uma prática muito abusiva e a gente não tem a quem recorrer”, explica. O aumento no preço da gasolina é uma reclamação de muitos consumidores do município. “Parece que não tem limite para esse aumento da gasolina e povo tem que cada vez mais te que apertar o orçamento. Espero que o governo veja isso, pois p cidadão não pode pagar essa conta”, ressalta o empresário Alex Dias. Segundo a ANP, a média de preço da gasolina é de R$3,85 em Petrolina. “A gente fica refém principalmente em Petrolina, porque eu rodo o nordeste inteiro e observo que aqui tem a gasolina mais cara que a gente pago”, revela o enfermeiro, Cleber Belmonte. Até quem utiliza veículos mais econômicos como as motoclicletas se queixam do reajuste. “Está encarecendo cada vez mais o valor do combustível e precisamos abastecer para nos transportamos até o trabalho e estamos sentindo no bolso”, revela. O economista Domingos Gomes Filho diz que a saída é procurar alternativas para reduzir os gastos. “As pessoas podem buscar o compartilhamento de veículos ou procurar um transporte que utilize menos combustível como a motocicleta. O uso da bicicleta também tem ganhado incentivo em várias cidades do Brasil”, esclarece. O consumidor pode recorrer ainda a pesquisa de preço, já que entre postos é possível encontrar diferença de quase 30 centavos. “Faço pesquisa sim, mas também vejo o custo beneficio”, garante a engenheira química, Telma Tavares”.

Fonte: G1 Petrolina e Região

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