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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Organização de Procura de Órgãos de Petrolina é referência em captação de coração em Pernambuco

26 de Outubro de 2015
A Organização de Procura de Órgãos de Petrolina (OPO), que funciona no Hospital Dom Malan (HDM/Imip), em Petrolina, avalia que o número de captações de órgãos na cidade vem aumentando gradualmente nos últimos dois anos. Em 2014 foram três captações de coração, em 2015, até setembro, já são nove. A enfermeira gerente da OPO, Samira Moraes, ressalta que “até o mês de setembro de 2015, foram realizadas 29 captações de órgãos: 23 fígados, 27 rins, como são dois, temos o total de 54, e nove de coração” afirma. A OPO funciona em Petrolina desde 2012 e realiza um trabalho que é referência em Pernambuco, através de buscas ativas em todos os hospitais da cidade, procurando pacientes com diagnóstico de morte encefálica para uma possível doação de órgãos 24 horas por dia. “O procedimento entre a captação e o transplante precisa ser rápido, pois os órgãos têm uma duração curta de sobrevivência fora do corpo. Exemplos, o coração pode ser mantido fora do corpo até cinco horas, rins até 48 horas e o fígado por no máximo 24 horas”, explica Samira. 

Doações
Depois de captados os órgãos são enviados para Recife, onde são realizados os transplantes. A maioria das doações realizadas são de fígado, rins, e coração. Petrolina é referência na captação de coração em todo estado de Pernambuco. Samyra Moraes, afirma que “após o diagnóstico de morte encefálica, a família do paciente é entrevistada sobre a possibilidade de doação. A família aceitando, vem uma equipe de recife para a captação desses órgãos, esses órgãos são encaminhados para recife, para assim serem implantados em um receptor”, frisa. Existem 1.302 pessoas na lista de espera de órgãos em Pernambuco. Destes, cinco são para coração, 209 para córneas, 979 para rins, dois para rins e pâncreas, 26 medula óssea e 81 para fígado. “A doação de órgãos é de suma importância, pois só assim pode se retirar uma pessoa na fila por um transplante”, finaliza a enfermeira gerente.

Fonte: Blog do Carlos Britto

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